o meu CV está com mais tiragem que a dica da semana mas não podemos excluir a hipótese de também ir construir uma casa perfeita lá fora.
*
"A vida não vem embrulhada com um laço, mas ainda assim é um presente." (Regina Brett)
31.5.11
27.5.11
afilhadas
tenho dois nomes próprios e duas afilhadas, a primeira tem o meu primeiro nome, a segunda tem o segundo.
*
*
20.5.11
madiba - a última página!
recomendo a leitura da autobiografia de nelson mandela pois é um livro verdadeiramente inspirador.
comecei a ler o romance por amor da índia de catherine clément e estou a ficar cheia de vontade de ler mais sobre a vida de mahatma gandhi. há algum livro sobre gandhi que recomendem?
*
um homem que rouba a liberdade a outro é prisioneiro do ódio, está preso por trás das grades dos preconceitos e da estreiteza de vistas. não sou verdadeiramente livre se tiro a liberdade a alguém, da mesma forma que não sou livre quando me tiram a minha liberdade. o opressor e o oprimido são igualmente privados da sua humanidade.
[nelson mandela / longo caminho para a liberdade]
*
madiba - lidar com o inimigo
para fazer a paz com um inimigo, tem de se trabalhar com ele, e esse inimigo torna-se um parceiro.
[nelson mandela / longo caminho para a liberdade]
*
12.5.11
(des)emprego
saber que vou ficar desempregada depois de uma viagem destas estraga um bocadinho estes dias em que queria estar a contar, recordar, organizar e catalogar recordações, histórias, episódios, fotografias, contactos, bilhetes e papelinhos.
em vez disso, tenho estado a preparar o cv, responder a anúncios, arranjar contactos, fazer contas à vida e aos custos, decidir onde vou cortar e onde posso ganhar €€€ extra, etc.
e ainda tenho que trabalhar... oufingir tentar!
*
em vez disso, tenho estado a preparar o cv, responder a anúncios, arranjar contactos, fazer contas à vida e aos custos, decidir onde vou cortar e onde posso ganhar €€€ extra, etc.
e ainda tenho que trabalhar... ou
*
varanasi
a cidade que mais me marcou na índia foi varanasi.
acho que para se perceber a índia e o hinduísmo é preciso ir lá para ver, ouvir, cheirar e, mesmo sem acreditar, sentir.
para além do fumo das cremações, dos cheiros das vacas e do lixo alheio, respira-se devoção em varanasi.
foi junto ao principal ghat de varanasi que bebi o melhor chai de toda a viagem.
a puja do pôr-do-sol foi o momento mais místico e o nascer do sol de barco no ganges o mais bonito, porque varanasi é linda, à sua maneira.
*
acho que para se perceber a índia e o hinduísmo é preciso ir lá para ver, ouvir, cheirar e, mesmo sem acreditar, sentir.
para além do fumo das cremações, dos cheiros das vacas e do lixo alheio, respira-se devoção em varanasi.
foi junto ao principal ghat de varanasi que bebi o melhor chai de toda a viagem.
a puja do pôr-do-sol foi o momento mais místico e o nascer do sol de barco no ganges o mais bonito, porque varanasi é linda, à sua maneira.

[estas fotos foram tiradas com o telemóvel, daí a sua má qualidade]
*
10.5.11
índia
estes 16 dias na Índia foram tão intensos que parece que passaram três meses!
na foto (tirada com o telemóvel) está uma mulher sentada no chão de um autocarro apinhado de gente a amamentar tranquilamente o filho.
é apenas uma das milhares de cenas que vi (e vivi) nesta viagem.
foi um filme!
*
Subscrever:
Mensagens (Atom)

