O corpo puxa-me para trás e eu arrasto-o com esforço pois já não o consigo levar ao colo. E ele atrasa-me e eu irrito-me com ele. Mas ele sou eu. Também sou eu. E continuo a arrastá-lo pelos pés, pelos braços, por onde calha, pacientemente.
Quem sabe um dia não será ele a carregar-me a mim.
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